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Serviços - Gerenciamento

O gerenciamento de resíduos consiste em todo o apoio logístico e operacional nos serviços de coleta, transporte e destinação, portanto a Novo Horizonte Ambiental possui o suporte para atender seus clientes, nos mais diversos serviços de implantação e acompanhamento do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos propostos para diversos tipos de geradores de resíduo, conforme a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

1 - Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

Elaboração, implantação e acompanhamento em conjunto com o cliente do plano de gerenciamento de resíduos sólidos, o qual tem como principais objetivos:

  • Descrever as atividades do gerador;
  • Inventaria os resíduos gerados;
  • Reduzir a geração de resíduos através de ações previstas no plano;
  • Propor novas alternativas de destinação dos resíduos, ambientalmente corretas.

2 - Treinamentos

Treinamentos especializados para a equipe na implantação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, contemplando os principais aspectos como a importância da segregação dos resíduos (coleta seletiva), conscientização ambiental da correta destinação, entre outros assuntos.

3 - Cadastros na Prefeitura de São Paulo – Amlurb (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana)

  • Cadastro de Grande Gerador de Resíduos Sólidos

Os grandes geradores são aqueles estabelecimentos que geram mais de 200 (duzentos) litros diários de resíduos e devem contratar coleta particular.

De acordo com a Lei nº 14.973/09 podem ser considerados grandes geradores estabelecimentos comerciais, industriais, de prestação de serviços, públicos e institucionais que geram acima de 200 litros de resíduos por dia.

Geradores de mais de 200 (duzentos) litros diários de lixo “tipo domiciliar” (Classe 2, de acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas);

Também são considerados grandes geradores, condomínios de edifícios não-residenciais ou de uso misto, em que a soma dos resíduos sólidos “tipo domiciliar” (Classe 2, de acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas), gerados pelos condôminos, atinja o volume médio diário igual ou superior a 1.000 (mil) litros.

  • Cadastro de Grande Gerador de Resíduos Sólidos Inertes

Geradores de resíduos sólidos inertes, tais como entulhos, terra e materiais de construção, com massa superior a 50 (cinqüenta) quilogramas diários (considerada a média mensal de geração);

  • Cadastro de Gerador de Resíduos Sólidos de Serviço de Saúde

Coleta dos mesmos via concessão da prefeitura com Loga e Ecourbis.

Os resíduos sólidos dos serviços de saúde têm, em geral, três tipos de destino final:

  • Grupo A - abrange os resíduos que apresentam riscos à saúde pública e ao meio ambiente devido à presença de agentes biológicos (resíduos hospitalares). O tratamento é realizado pelo Processo de Desativação Eletrotérmica (ETD), que consiste em triturar o material e depois aquecê-lo num processo semelhante ao do microondas doméstico.
  • Grupo B - abrange drogas quimioterápicas, resíduos farmacêuticos e demais produtos considerados perigosos. O tratamento é realizado pelo processo de incineração, que reduz o peso e o volume do lixo por meio de combustão.
  • Grupo C - abrange os resíduos radioativos ou contaminados com radionucleídeos que são provenientes de laboratórios de análises clínicas, serviços de medicina nuclear e radioterapia.
  • Animais mortos – animais com causa mortis desconhecida, sacrificados por eutanásia ou com doenças infectocontagiosas são incinerados.

4 - Emissão de CADRI (Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental)

Documento que aprova o encaminhamento de resíduos de interesse ambiental a locais de reprocessamento, armazenamento, tratamento ou disposição final, licenciados ou autorizados pela CETESB.

O CADRI é obrigatório para todos os tipos de resíduos de interesse, que são:

  • Resíduos industriais perigosos (classe I, segundo a Norma NBR 10004, da ABNT);
  • Resíduos apresentados na relação abaixo;

RELAÇÃO DE RESÍDUOS DE INTERESSE:

  1. Resíduo sólido domiciliar coletado pelo serviço público, quando enviado a aterro privado ou para outros municípios.
  2. Lodo de sistema de tratamento de efluentes líquidos industriais.
  3. Lodo de sistema de tratamento de efluentes líquidos sanitários gerados em fontes de poluição definidos no artigo 57 do Regulamento da Lei Estadual 997/76, aprovado pelo Decreto Estadual 8.468/76 e suas alterações.
  4. EPI contaminado e embalagens contendo PCB.
  5. Resíduos de curtume não caracterizados como Classe I, pela NBR 10004.
  6. Resíduos de indústria de fundição não caracterizados como Classe I, pela NBR 10004.
  7. Resíduos de Portos e Aeroportos, exceto os resíduos com características de resíduos domiciliares e os controlados pelo “Departamento da Polícia Federal".
  8. Resíduos de Serviços de Saúde, dos Grupos A, B e E, conforme a Resolução CONAMA 358, de 29 de abril de 2005.
  9. Efluentes líquidos gerados em fontes de poluição definidos no artigo 57 do Regulamento da Lei Estadual 997/76, aprovado pelo Decreto Estadual 8.468/76 e suas alterações. Excetuam-se os efluentesencaminhados por rede.
  10. Lodos de sistema de tratamento de água.
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